terça-feira, 17 de dezembro de 2013

TAPETE TRICOLOR

Alladin anda com inveja do Fluminense. O tapete voador anda mais farto nas Laranjeiras do que nas Arábias. Aliás, seria Alladin ou Ali Babá?



segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

mundo moderno

Acho interessante quando vejo uma foto de Fidel Castro usando um casaco da Adidas.Isso q se chama de mídia espontânea.

O q faz esse bando de índios aqui no Maracanã? Vai invadir a sede da Funai!

KIEV 2013 E BUDAPESTE 1956 - UM PARALELO



Os recentes protestos em Kiev na Ucrânia exigindo que o governo se afaste da influência russa e foque na Europa Ocidental lembra o passado. Os ucranianos chegaram até derrubar uma estátua de Lênin, o pai da revolução russa. Para eles, a Rússia é nociva aos interesses nacionais e é vista como uma ditadura comandada por Vladimir Putin. Essa  história toda parece muito o que aconteceu no tempo da Guerra Fria. Lá pelos anos 50 e também em um país do Leste Europeu.

A cidade estava em polvorosa nos dias de outubro e novembro de 1956. Centenas de milhares de pessoas nas ruas de Budapeste gritavam palavras de ordem.

- Russos voltem pra casa!





As mentes em torno de uma só ideia: acabar com a terrível influência soviética na Hungria. Na verdade quem mandava no país eram os camaradas de Moscou.

 O ápice da revolta foi a derrubada de uma estátua de Josef Stalin em uma das principais praças da capital. Algum gaiato pichou as iniciais WC no rosto já destruído após vários pisões e chutes dos moradores enfurecidos. O Exército Húngaro não fazia nada, chegou até a apoiar o povo.

Nesta época, a Rússia vivia em processo de desestanilização promovida pelo novo secretário geral do Partido Comunista, Nikita Kruschev. Ele parecia abrir aos poucos a URSS para uma espécie de democracia bolchevique.
Abriu-se então a brecha para os revoltosos, em sua grande maioria composta por estudantes. Eles exigiam o fim da ocupação soviética e a implantação do "socialismo verdadeiro". O povo não queria mais ser governado pelos conservadores Enro Gero e Matias Rakosi. Eles eram visto como capachos de Moscou. O povo queria o nacionalista Imre Nagy, e gritava por seu nome. A vontade popular se fez e Nagy assumiu o governo. Uma vitória retumbante e extraordinária, mas que durou pouco tempo.
Nagy foi à rádio e comunicou uma série de mudanças democráticas, como a instalação do multipartidarismo, a extinção da polícia política, a melhoria radical das condições de vida do trabalhador e a busca do socialismo condizente com as características nacionais da Hungria. O país chegou até a sair do Pacto de Varsóvia.
  
O Kremlin inicialmente e de maneira estranha aceita todas as resoluções húngaras e até retirou suas tropas do país.

Na verdade Nikita Kruschev estava furioso e socava a mesa de seu gabinete. Tentou se acalmar arremessando o sapato do pé esquerdo contra a parede.
- Acabem com esta palhaçada!
Kruchtchev e a direção do Partido soviético, apesar das suas promessas públicas, logo decidiram impedir que o país saísse da influencia da União Soviética. Na cabeça dos russos, aquilo era uma afronta. Na madrugada de 4 de novembro, com a desculpa de supostas negociações, a KGB preparou uma armadilha aos dirigentes húngaros. A seguir, aproximadamente 2500 tanques e 100 mil soldados do Exército soviético invadiram a Hungria. Às 5 horas e 20 minutos, a Rádio Nacional Livre começou a transmitir um comunicado dramático: “Aqui fala Imre Nagy...Esta madrugada as tropas soviéticas iniciaram um ataque contra a nossa capital com a clara intenção de derrubar o Governo legítimo e democrático da Hungria. As nossas tropas estão a lutar! O Governo mantém-se no lugar...”

Quando os estudantes tentaram resgatar alguns colegas que haviam sido presos pela polícia política, esta abriu fogo contra a multidão.

O Exército Vermelho invade Budapeste, com mais de mil tanques, com o apoio de ataques aéreos e bombardeamentos de artilharia, derrotando em alguns dias as forças húngaras. Calcula-se que 20 000 pessoas foram mortas durante a intervenção soviética. Nagy foi preso (e posteriormente executado) e substituído no poder pelo simpatizante soviético János Kádár. Mais de 2 mil processos políticos foram abertos, resultando em 350 enforcamentos. Dezenas de milhares de húngaros fugiram do país e cerca de 13 mil foram presos. As tropas soviéticas só deixaram  verdadeiramente a Hungria em 1991.

Em Moscou Kruschev coçava a careca aliviado. Ele que havia se transformando em um anti-Stalin acabou agindo de maneira mais cruel do que seu antecessor. O camarada retira seus óculos e olha com atenção para a lente e pensa.

- O que Stalin faria no meu lugar?

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

JORNALISMO E A CURIOSIDADE

 Este pequeno texto continua atualíssimo. Salve João do Rio!

"O público quer uma nova curiosidade. As multidões meridionais são mais ou menos nervosas. A curiosidade, o apetite de saber, de estar informado, de ser conhecedor são os primeiros sintomas da agitação e da nevrose. Há da parte do público uma curiosidade malsã, quase excessiva. Não se quer conhecer as obras, prefere-se indagar a vida dos autores. Precisamos saber? Remontamos logo às origens, desventramos os ídolos, viviemos com eles. A curiosidade é hoje uma ânsia... Ora, o jornalismo é o pai da nevrose porque transformou a crítica e fez a reportagem."

João do Rio - Momento Literário - 1908





sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

PENSATAS PACATAS - SORTEIO DA COPA

- Rodrigo Hilbert é ruim demais

- Fernanda Lima tá gostosa pra cacete, olha q nunca achei isso tudo

- Foi bonito ver Alcides Ghiggia, nosso carrasco-mor, no sorteio. Tomara q ele não traga o fastasma de 1950. Buuuuuuuuuuu!

- Jerome Valcke não parava de olhar os peitões da Fernanda Lima.


- Desde quando Fernanda Lima tem peitões?



- Se os chefões da Fifa vissem hoje o entorno do Maracanã após as chuvas.... sei não.

- A Globo vem minimizando mas eu acho q o grupo do Brasil com  Croácia, Camarões e México não é fácil não.

- Não sabia q a música 1 X 0 do Pixinguinha tinha letra. Seria muito melhor no instrumental. 

- O dueto entre Vanessa da Mata e Alexandre Pires foi algo tenebroso. 

- Boa ideia terminar o show com Margareth Meneses e Olodum.  

- Por que a tradução simultânea é sempre ruim?  

sábado, 30 de novembro de 2013

A FEITICEIRA DO ARCO DO TELLES


"E a história de terror, mais impressionante a dos Arcos dos Teles:
O que pouca gente sabe é que o beco debaixo do arco esconde muitos dramas e alguns mistérios. Há quem o considere um lugar maldito e garanta que é mal assombrado. Dentre os diversos episódios estranhos que envolvem o lugar, veremos um dos mais terríveis: a história de uma das primeiras feiticeiras do Rio de Janeiro, certamente a mais cruel. Desculpem-me pelo relato forte e chocante. Todos os fatos que vou citar ocorreram e estão registrados em documentos antigos da polícia carioca.


Com a construção da Casa do Governo pelo governador Gomes Freire no Largo do Paço (atual Praça VX), as redondezas se valorizaram e passaram a ser freqüentadas pela sociedade. Vendo isso, o português Antônio Telles Barreto de Menezes (juiz e proprietário de terras em Jacarepaguá e Baixada Fluminense) mandou construir uma carreira de casas de aluguel naquele logradouro, em 1743.


- Quando a obra chegou à travessa do Mercado do Peixe, o engenheiro Alpoim (responsável pelo projeto) teve que traçar um amplo arco sobre ela, para que a via dos mercadores não ficasse obstruída pela nova construção. Vem daí o apelido de "Arco do Telles". Os prédios foram todos alugados, ficando os térreos principalmente para os lojistas de secos e molhados; a casa maior, justamente a que ostentava o arco, foi ocupada pelo Senado da Câmara (equivalente hoje à Câmara dos Vereadores).


- A má sina daquele local iria se revelar nessa época, mais exatamente em 20 de julho de 1790, na loja térrea próxima à rua Direita, onde existia uma loja de objetos usados denominada curiosamente de "O Caga Negócios". Um violento incêndio criminoso destruiu o prédio e deixou dezenas de feridos e dois mortos. O fogo atingiu o andar superior e consumiu o arquivo do Senado da Câmara, perdendo-se assim toda a documentação referente aos primórdios da cidade, inclusive os recibos e cobranças de foros (espécie de IPTU) e os registros gerais de imóveis.


- A partir desta tragédia, aquela área perdeu o viço e caiu em decadência, transformando-se em abrigo da malandragem e ponto de prostituição. Apesar de haver ali um oratório de N. Sra. dos Prazeres, a baixaria era tão grande que moradores das proximidades removeram a santa para a Igreja de Santo Antônio dos Pobres, onde permanece.


- Foi nesse ambiente nefasto, em meio à escória da cidade, que Bárbara dos Prazeres certa noite apareceu, rompendo a penumbra do beco do Arco dos Telles. Começava ali uma história de pavor.


- Após o incêndio do casario da Travessa do Mercado, em 1790, o lugar decaiu e tornou-se reduto de marginais e antro de prostituição do mais baixo nível. Dentre as mais famigeradas figuras do Arco do Telles nessa época, sobressaiu-se a prostituta e depois feiticeira Bárbara dos Prazeres. A maior parte dos dados abaixo foram registrados pela Intendência Geral de Polícia, criada pelo Príncipe D. João, em 1809.
- Nascida em Portugal no ano de 1770, tinha 18 anos de idade quando veio com o marido para o Brasil. No Rio de Janeiro, apaixonou-se por um mulato e assassinou o esposo para viver livremente com o amante. Consta que o homem, porém, passou a viver às custas da jovem e chegou a consumir a maior parte dos seus bens. Durante uma briga do casal, Bárbara o matou também.


- Marcada pelos assassinatos e sem meios de subsistência, restou à bela jovem de 20 anos ganhar a vida se prostituindo. Fez seu ponto exatamente ali, debaixo do Arco do Telles, onde angariou vasta clientela. Por quase 20 anos, ela considerou ter encontrado a sua vocação e o seu lugar na sociedade.


- Porém, o tempo e a vida desregrada cobraram o seu tributo. Começou a ficar velha e já não atraía tantos homens. Também as dores nos ossos a cada dia ficavam mais insuportáveis (provavelmente havia contraído sífilis). Temendo cair na miséria e na solidão, desesperada, ela procurou um remédio nas muitas casas de feitiçaria e magia negra do Rio de Janeiro, uma poção que aliviasse suas dores e a tornasse bonita e jovem outra vez.


- Uns dizem que custou todo o dinheiro que ela tinha juntado, outros, que o preço foi sua alma; de concreto, o que se sabe é que alguém lhe passou uma fórmula que teria o efeito desejado. Os principais componentes eram certas ervas e sangue humano morno, mais precisamente, de crianças ainda vivas.
- Foi quando começou a raptar meninos pobres, filhos de escravos e de mendigos, e também a ficar de tocaia na Roda dos Expostos da Santa Casa, onde eram abandonados os bebês para adoção. Não há números exatos, mas foram dezenas as vítimas que ela sacrificou no lúgubre ritual de rejuvenescimento. O pavor tomou conta da população do Rio de Janeiro, cujas crianças passaram a ser trancadas em casa e a só sair na companhia de adultos.


- Nossa personagem, nesta época, aparece nos registros do Intendente Geral de Polícia, desembargador Paulo Fernandes Vianna, como Bárbara dos Prazeres (por causa do oratório no Arco do Telles) e também como Bárbara "Onça" (referência à sua ferocidade). Parecem vir desse período as expressões: "cuidado que a bruxa está solta!" e "olha que a Onça está solta!".


- Bárbara levava suas pequenas vítimas para a tapera em que morava, na Cidade Nova. Pendurava as crianças pelos pés com uma corda, as esfaqueava e postava-se embaixo delas para banhar-se no sangue que jorrava ainda quente dos corpinhos sem vida.


- Talvez a criminosa mais procurada na cidade em todos os tempos, consta que viveu até 1830, quando simplesmente desapareceu. Nesse ano, surgiu um cadáver de mulher boiando próximo ao Largo do Paço, mas suas feições estavam irreconhecíveis. Alguns afirmaram que era Bárbara, mas outros não a identificaram. 


- Há quem suspeite (lenda urbana?) que ela continua viva até hoje, graças ao segredo da fórmula de rejuvenescimento. E mais: teria assumido a condição de feiticeira e aplicado a receita em alguns milionários, em troca de parte de suas fortunas.


- Diz-se que ainda hoje, em certas madrugadas sem lua, quando já partiram os últimos garçons dos bares da Travessa do Comércio e cessou o movimento da boemia, escuta-se no beco a gargalhada de Bárbara Onça, a feiticeira, ecoando assustadoramente pelos vazios escuros do Arco do Telles .Também ouvem-se choros, lamentos e palavrões, além de vultos que parecem entrar e sair pelas paredes, além de uma espécie de gargalhada espectral que muitos dizem vir do lugar onde morava a bruxa Bárbara dos Prazeres".
Foto e texto retirada da página GuaAntiga.


Francisco Tadini

domingo, 24 de novembro de 2013

O mineiro e o fechamento do Congresso Nacional

Era tardinha em Brasília. O sol refletia em um feixe dourado sobre o Lago Paranoá. A cidade estava calma depois de um vendaval político. Sentado na cadeira de presidente da República, um senhor de topete branco cafona, óculos de aros grossos e um leve sotaque mineiro.
Itamar Franco caia de paraquedas na cadeira de Presidente da República Federativa do Brasil. Era 1992. Mesmo cheio de afazeres, Itamar aceita uma audiência em seu gabinete com um grupo de parlamentares, dois deputados federais e um senador. O Brasil tinha acabado de ver surgir como um raio e desabar como uma gangorra o mandato do ex-presidente Fernando Collor. O país viveu intensamente todo o processo de impeachment.

No Palácio do Planalto, o mineiro era de vez o chefe do Executivo, não mais interino. Com sua delicadeza peculiar e sua voz baixa recebeu calorosamente os parlamentares. Ele  vieram fazer um pedido insólito.

- Recomendamos que vossa excelência feche o Congresso Nacional.

Itamar arregala os olhos, parece não acreditar nos seus ouvidos. Foi pego de surpresa. Pensou o quanto irônico era aquela situação: parlamentares pedindo para fechar o parlamento.

- Perdão, acho que não entendi.

- Foi isso mesmo, senhor presidente. Recomendamos que o senhor feche o Congresso - disse um dos parlamentares.

Itamar ajeita os óculos e franze a testa. Ele tenta entender de onde surgiu essa ideia tão estapafúrdia.

- Meus amigos, gostaria de entender o porquê dessa decisão tão drástica. Qual é o sentido?

- Senhor presidente, vivemos um momento grave. A corrupção é generalizada nas duas Casas. O dinheiro público está indo para o ralo. São poucos que ainda não entraram no esquema. É vergonhoso. Os atuais parlamentares fazem parte de uma organização criminosa.

Pálido, Itamar ajeita o topete com a mão direita. Bate com a caneta duas vezes contra o papel em sua mesa e tenta deglutir em sua mente as informações passadas. O que fazer?

- Vossa excelência, como novo presidente da República tem que tomar uma atitude firme já. Esse é o único meio para depurar o parlamento brasileiro.

De sopetão, o mineiro de Juiz de Fora respondeu:

- Não posso fazer isso.

- É o seu dever como chefe da nação.

Um outro parlamentar continua.

- Acabamos de derrubar um presidente corrupto. Vossa excelência é um homem honesto.

O homem vira a cabeça para os lados, põe um das mãos na boca como se tivesse limpando. Itamar começa a suar. Nunca recebeu uma proposta tão ousada em sua vida. A modelo Lilian Ramos ficaria com inveja.

- Sou honesto mas não autoritário. Não vou fechar o Congresso Nacional. Sei há problemas, mas não vai ser fechando que iremos resolver. Eu lutei contra a ditadura, exatamente por isso não pretendo virar um déspota. É através da democracia que esses problemas irão se resolver.

Um deles tentar intervir.

- Mas presidente, isso vai demorar... Precisamos de uma ação já!

- Que demore o tempo necessário. O parlamento é fundamental em um país democrático. O governo vai dar todo apoio necessário para que ele continue funcionando. Não vou discutir mais isso.

Meses depois estoura a primeira grande crise no Congresso Nacional, a CPI dos anões do orçamento. A primeira de muitas.

E a gente vai levando

Vai Levando

Vinicius de Moraes

Mesmo com toda a fama, com toda a brahma
Com toda a cama, com toda a lama
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa chama
Mesmo com todo o emblema, todo o problema
Todo o sistema, toda Ipanema
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa gema
Mesmo com o nada feito, com a sala escura
Com um nó no peito, com a cara dura
Não tem mais jeito, a gente não tem cura
Mesmo com o todavia, com todo dia
Com todo ia, todo não ia
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa guia
Mesmo com todo rock, com todo pop
Com todo estoque, com todo Ibope
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando esse toque
Mesmo com toda sanha, toda façanha
Toda picanha, toda campanha
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa manha
Mesmo com toda estima, com toda esgrima
Com todo clima, com tudo em cima
A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando
A gente vai levando essa rima
Mesmo com toda cédula, com toda célula
Com toda súmula, com toda sílaba
A gente vai levando, a gente vai tocando, a gente vai tomando, a gente vai dourando essa pílula !


LINK: http://www.youtube.com/watch?v=M0bPRXrGsi8

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

RESPOSTA A IMPUNIDADE

Tô louco para ver atras das grade o ex-ministro José Dirceu; o deputado José Genoino; o ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares; Marcos Valério, apontado como "operador" do esquema; Cristiano Paz, ex-sócio de Marcos Valério; Kátia Rabello, ex-presidente do Banco Rural; o advogado Rogério Tolentino, o ex-deputado Pedro Corrêa e a ex-funcionária de Valério, Simone Vasconcelos.... entre outros.

Só falta o grande molusco.

De Deodoro a Dilma

A República começou há 124 anos com o nome de Estados Unidos do Brasil e oito ministros, em vez dos 39 de hoje.
De acordo com a biblioteca do Planalto, eram três ministérios: Guerra, Marinha e Fazenda.
Havia ainda cinco secretarias ligadas à Presidência: Justiça, Negócios Estrangeiros, Interior, Agricultura (que também incluía Comércio e Obras Públicas) e Instrução Pública (que também incluía Correios e Telégrafos).
Na época, os impostos tomavam 10% da renda do país; hoje são 35%.

Fonte: site da Folha de São Paulo

sábado, 2 de novembro de 2013

TARDE DEMAIS


O secretário Estadual de Segurança José Mariano Beltrame, lamentou a morte de duas pessoas durante o tiroteio, em Bangu. Um PM e uma criança de 8 anos morreram na tragédia. Criminosos tentaram invadir O fórum do bairro para resgatar bandidos. O secretário defendeu o uso do recurso de videoconferência durante as audiências judiciais para impedir o q aconteceu nesta quinta. Ok, a ideia não é nova, mas só quando acontecesse este tipo de situação é lembrada. Segue o link:





http://videos.r7.com/beltrame-defende-uso-de-videoconferencia-em-audiencias-judiciais-no-rio-de-janeiro/idmedia/5273f8570cf25d22b525a619.html

terça-feira, 22 de outubro de 2013

República

Lendo as primeiras páginas de 1889, descobri q não foi o Marechal Deodoro da Fonseca quem proclamou a República, aliás ele sempre foi monarquista, mas sim um bando de jornalistas. Eles escreveram e publicaram um manifesto, depois encaminharam a Câmara Municipal, quando Deodoro descobriu já era tarde demais.
 
 

lembranças do poetinha

A cidade antiga

Rio de Janeiro , 2004

Houve tempo em que a cidade tinha pêlo na axila
E em que os parques usavam cinto de castidade
As gaivotas do Pharoux não contavam em absoluto
Com a posterior invenção dos kamikazes
De resto, a metrópole era inexpugnável
Com Joãozinho da Lapa e Ataliba de Lara.

Houve tempo em que se dizia: LU-GO-LI-NA
U, loura; O, morena; I, ruiva; A, mulata!
Vogais! tônico para o cabelo da poesia
Já escrevi, certa vez, vossa triste balada
Entre os minuetos sutis do comércio imediato
As portadoras de êxtase e de permanganato!

Houve um tempo em que um morro era apenas um morro
E não um camelô de colete brilhante
Piscando intermitente o grito de socorro
Da livre concorrência: um pequeno gigante
Que nunca se curvava, ou somente nos dias
Em que o Melo Maluco praticava acrobacias.

Houve tempo em que se exclamava: Asfalto!
Em que se comentava: Verso livre! com receio...
Em que, para se mostrar, alguém dizia alto:
"Então às seis, sob a marquise do Passeio..."
Em que se ia ver a bem-amada sepulcral
Decompor o espectro de um sorvete na Paschoal

Houve tempo em que o amor era melancolia
E a tuberculose se chamava consumpção
De geométrico na cidade só existia
A palamenta dos ioles, de manhã...
Mas em compensação, que abundância de tudo!
Água, sonhos, marfim, nádegas, pão, veludo!

Houve tempo em que apareceu diante do espelho
A flapper cheia de it, a esfuziante miss
A boca em coração, a saia acima do joelho
Sempre a tremelicar os ombros e os quadris
Nos shimmies: a mulher moderna... Ó Nancy! Ó Nita!
Que vos transformastes em dízima infinita...

Houve tempo... e em verdade eu vos digo: havia tempo
Tempo para a peteca e tempo para o soneto
Tempo para trabalhar e para dar tempo ao tempo
Tempo para envelhecer sem ficar obsoleto...
Eis por que, para que volte o tempo, e o sonho, e a rima
Eu fiz, de humor irônico, esta poesia acima.



Vinicius de Moraes

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Black Blocs

Lendo um livro descobri que os black blocs existem desde o fim dos anos 90 e já agiram em várias partes do mundo, principalmente Europa e Estados Unidos. Eles sempre usam a mesma tática de destruir tudo que tem algum símbolo capitalista como McDonalds, lojas da Nike entre outras marcas multinacionais e bancos. Eles também gostam de agir em blocos, atacando vários lugares diferentes o que dificulta a ação da polícia. Essa garotada vestida de preto se sente realizada quando vandalizam prédios do governo. Querem impor medo aos políticos.

Na grande maioria dos casos os black blocs acabam em confronto direto com a policia. Gás lacrimogênio, balas de borracha, cacetete e muita porrada.

Os black blocs usam o quebra-quebra para chamar a atenção em nome de uma causa social ou política, o grupo pretende também gerar algum prejuízo para as grandes empresas capitalistas, para eles isso não é vandalismo mas sim justiça contra todos os males provocados pelos capitalistas selvagens.

Aqui no Rio eles apareceram pela primeira vez durante a visita do presidente norte americano Barack Obama, em 2011.Na última manifestação quase todas as lojas da Cinelândia foram destruídas, até ônibus foram incendiados.

A população fluminense é quem melhor aceita os Black Blocs no Brasil até porque está cansada de ser enganada por essa cambada de políticos corruptos. Porém até que ponto vale destruir estabelecimentos públicos e privados em nome de uma causa política?
Sei que as revoluções não nascem de movimentos pacíficos mas vale se questionar se o que acontece no Rio está funcionando.

 Hoje no Rio teremos uma nova manifestação dos professores. Sabe-se lá o que irá acontecer. Agora, esse grupo de jovens vestidos de preto e máscara no rosto precisa se ligar. A opinão pública pode ficar contra eles caso continuem depredando tudo em sua volta. Empregos de pessoas comuns podem entrar em risco. Se uma loja de roupas ou celulares for totalmente danificada, o que fazer com os funcionários? Os donos vão precisar de dinheiro para o conserto e normalmente quando é preciso economizar a primeira atitude é demitir pessoal. Saber escolher bem seus integrantes é também fundamental para que a ação seja minimanente organizada e não surja surpresas desagradáveis como criminosos infiltrados.

Não adianta quebrar tudo se não tem um mínimo de inteligência e estratégia.

domingo, 13 de outubro de 2013

perguntinha

Será q o alcaide de Sebastianópolis tem algum de seus filhos matriculados em escolas do município?

terça-feira, 8 de outubro de 2013

DIALOGOS POSSÍVEIS

 

Michelangelo apresenta Davi, sua obra prima                      

Leonardo da Vinci
É realmente bela. Não posso negar. (Ponta de inveja)

Michelangelo
Obrigado, mestre. (Um pouco de raiva)

LV
Aproveite seu momento. Mas é uma pena, Vai ser dificil, você se superar.

MA
Um defeito que eu não tenho, meu caro mestre, eu entrego as minhas obras, algo que
não é muito o seu forte
 
 
Os políticos precisam temer o povo.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Hoje nova manifestação. A porrada vai comer de novo. Black Blocks X PM
Ok,ok. Sou a favor da saída de Sergio Cabral e de Eduardo Paes. O
problema é, quem colocaremos no lugar deles???? Não podemos esquecer
dos deputados da Alerj e dos vereadores. Eles também são culpados dos problemas que enfrentamos hoje.
Precisamos de gente nova.